Olá ppl.
Anda tudo a dormir!!!
Ninguém escreve nada. Dasss...
Mas já que ninguém escreve um tópico que dê que teclar, eu lembrei-me de uma cena.
Após alguns meses depois da entrada do novo maestro o que acham do trabalho que ele tem desenvolvido???
Olá ppl.
Anda tudo a dormir!!!
Ninguém escreve nada. Dasss...
Mas já que ninguém escreve um tópico que dê que teclar, eu lembrei-me de uma cena.
Após alguns meses depois da entrada do novo maestro o que acham do trabalho que ele tem desenvolvido???
100$00
Esta passou-se já lá vão muitos anos. Mas continua um pouco actual. É uma estória de uma comissão que acha que as bandas não têm mais nada que fazer do que andar a fazer de gaiteiro pelos becos, montes e vales a fora. Lembro-me de uma vez que tivemos de ir por um carreirito, em filas de um (isso é que era uma bandona, com 40 filas!) para tocar em frente a um cemitério. Até podia ser uma boa ideia fazer uma homenagem aos falecidos, só que esse tipo de serviço faz-se com a presença dos vivos, e ali só estavam os músicos, o maestro, o director da banda (que nada têm a ver com a terra) e um elemento da comissão de festas… Bem, lá ia a velhinha FP, já fartinhos de andar para trás e para diante, quando chegam ao final do lugar… pensavam eles.
“ – Agora – diz o lazarento do festeiro – temos de ir àquela caja ali em xima!” – e apontava para uma casa edificada no cimo de um monte, a cerca de
“ – O quê? Já viu a distância?”
“ – É que, xe num formos lá, o xenhor num dá a ejmola…” – avisa o desmiolado.
“ – E quanto é que ele ofereceu?” – indaga o velho Pleno.
“ – Xem excudos…” – equivale a uns 20 euros actuais…
De repente, o Maestro saca da carteira e puxa uma nota de cem:
“ – Tome. – e, virando-se para os músicos, disse: – Meus senhores, voltemos para trás!”
E assim se safaram de mais uma canseira…
hey pessoal...
Como devem saber eu adoro bigband’s e encontrei no youtube dois concertos com altas bigband’s, vejam:
GRP All-Star big Band
- Blue train
- Sister Sadie
- Seven Steps To Heaven
- I Remember Clifford
- Manteca
- Round Midnight
Altas cenas não é... até dá um arrepio ouvir esta gente a tocar tanto. Mas há muito mais gente por esse mundo fora a brilhar nos palcos, vejam esta bigband só de raparigas...
( In The Mood , The Way you Loock Tonight )
Em quanto navego pelo youtube por vezes encontro videos curiosos reparem nesta "montagem". Encontrei aqui um solo que nós, da FP ,conhecemos muito bem e é tocado por um dos melhores trompetistas do mundo. (Arturo Sandoval)
E já agora para que certa e determinada pessoa não se esqueça, eu quero ir tocar tuba, não tão bem como este individuo, ( parece fácil...) mas Adorava tocar tuba... ou melhor quero tucar tuba e mais nada.


Onde está o penico?

Alguém se lembra do grande Toino Albino....
Pois esse grande senhor da música que só tinha um olho e perguntava “Ó primo qual é a primeira nota?” e depois tocava logo a eito aquelas laironas brutas. Por questões várias, ele decidiu reformar-se da Filarmónica, mas esta de regresso vejam bem a foto, só faltam os óculos.

Sós e abandonados
Esta foi quando a extinta Associação de bandas do distrito de Aveiro organizou o seu primeiro e último desfile de bandas, a 10 de Junho de 1991. Vai tudo no autocarro para Aveiro, chegando lá aquilo é que era uma confusão, nunca vi tanto músico junto! Andámos por lá até que se organizou o desfile, e lá vamos nós Lourenço Peixinho a fora, até à ria e depois penso que era um parque de estancionâncio. A malta juntou-se toda para tocar uma marcha (“Homenagem à Banda”, de F. Costa) e o Hino Nacional. Eu até perguntei a alguém: “ – Toca suíno?”. O regente era o Victorino d’Almeida, que não percebia nada daquilo. Quando acabámos a marcha ele continuou a mexer os braços, sei que estava a levantar voo ou catano… Bem, no fim julgo que fomos mamar umas sandezitas de courato e beber umas mines. Na volta toca a andar para o autocarro. Nessa altura andávamos muito de autocarro, e era hábito juntar meia dúzia de músicos e tocar umas rebaldeiras. Agora para o fim normalmente era o Tónio Albino que começava. Depois vinha o bombo, caixa, pratos, etc. Quem tocava nas pancadarias eram outros músicos, quase sempre era o Tónio Mocho, trompetista, que tocava a caixa, e o Manaia era os pratos. Bom, começa o Tóino Albino a ribombar com uma das suas suites, quando chamam pelo Tóino Mocho, para tocar a caixa e pelo Xandre Pató para emprestar os pratos ao Manaia… “ – Hei? Qu’é deles? Uóih! Ficaram em Aveiro! Ca g’anda bronca!” – Pois é, na confusão para vir, lá ficaram aqueles tristes sós e abandonados. Tiveram de vir de comboio, e lá lhes pediram desculpas e pronto, a coisa passou-se…
Dá-lhe gás
Santa Marinha, Julho de 1995. Depois de uma sexta-feira altamente regada com líquido amarelo com bolhas, a curtir Quim Barreiros alive at Germano Godinho Stadium, ou José Cid com banda ao vivo, ou será que foi uma daquelas cantadeiras de modas, que o que têm de melhor é as pernas (para dançar, o que estão p’raí a pensar?!). Bem, um deles foi, e eis que estava na hora da procissão das velas! É tudo muito lindo, o pior é quando chegamos ali perto da Sede de FP já é noite escura, e se um gajo não sabe o papel de cor está feito. Agora até está melhorzito porque a EDP fez bem em substituir as pálidas lâmpadas dos postes por umas potentes lâmpadas amarelonas! Pois então lá sai a procissão da Capela da Nossa Senhora de Fátima, com uns 15 minutos de antecipação (por isso é que eu não participei!), rumo à Igreja Matriz. Ora o Padre Virgílio, sempre cheio de pressa para ir para Botão, manda o guião avançar a todo vapor! A banda ficou logo para trás. Tudo a ver se conseguia acompanhar esticando o passo, sujeitos a deixarem cair alguma coisa de entre as pernas, tal era o ângulo do dito… Vai o Manuel Pleno não tá de modas: “ – oh pessoal, ponham aí o ‘27 de Agosto’!” (para quem não sabe é uma marcha guerreira de desfile). Isso é que foi toda a gente a andar por aí a cima! Até as velas se apagavam com a deslocação do ar!
Ainda se lembram do Camisola amarela???? Pois é ele está de volta.
Para quem não sabe da história da camisola amarela consulte o poste “Estórias de partir a rir III”.
Fica aqui uma pequena imagem para ver o descanso do guerreiro depois de uma suecada, a emoção era tal nesse jogo que ao falar (era mais berrar) com os seus colegas da jogatana, choviam da sua boca gafanhotos a grande velocidade e em grandes quantidades, mas o melhor estava para vir... na Missa a carrada era tanta que as pernas já não tinham força para erguer o corpo quando todos os outros cantavam ele até tentava cantar mas mesmo durante as musicas os olhos se fechavam....agora imaginem na procissão se sóbrio é difícil ir direito na fila e acertar com o passo (ou será que ele vai certo os outros é que vão todos mal!!!) o que vale é que a estrada estava em bom estado, mas mesmo assim conseguiu desequilibrar-se numa tampa de saneamento (depois da toda a procissão passar por lá sem problema) mas a tal tampa levou-o ao ponto do colega do lado o ter de segurar se não só parava no chão, ou seria uma aragem mais forte????

Vi escitro num siíto qauqelur que o nssoo créerbo é mtiuo espreto, pios ao ler um ttexo, só pesrcia da prmrieia e da úmltia lrtea de cdaa plarava. O rseto é tdio cmoo soabrs que não são pesrcias praa a coretcra lituera de qalequur ttxeo… Já vraim itso? Os noosss crbéroes são mias madnreõis do que eu pesnvaa!!
Bem, etrentnato, esepro que esejtam a coseungir ler etse ttxeo, sneão prceae-me que o vsoso créerbo é deaasimdo mnladaro!! Eeríxcico, mues aigmos, mituo eeríxcico praa pôr a msasa ciznntea a tbaaalhrr!
Mas não fçaam deadsimao eorsfço! Pdeom rentbear com ele e dopies nem com cavcaas lá vai!
E pnotro. Se pecirsearm de audja praa ler etse ttxeo fciál, cnttacoem-me. Petrom-se bem!
Ah, já agora. As flores não se mexem. Vocês é que têm o cérebro atrofiado...
Homilia curta
Normalmente as Missas que são acompanhadas pela Banda duram cerca de uma hora. Não falha muito, se começar às 3, às 4 e pickles está a procissão a despontar. Bom, isto também depende daquela seca que os padres pregam à gente à meia-hora de jogo. Homilia ou sermão, é sempre uma seca, e então no Verão é ver os músicos, e músicas, todos rotos a dormir uns em cima dos outros (sem malícia, claro) todos com uma bola de ranho a sair do nariz, outros com a cabeça quase a bater na biqueira dos sapatos, ainda outros a jogar Tetris no telefone, e por aí abaixo…
Bem, no Carqueijo, na festa que calhava sempre no dia de Natal, lá fomos então para a sagrada Missa (ainda bem que era Inverno, fosga-ze) e os meninos de sempre vão para a outra capela (acho que se chama “café Central”). Botam-se a malhar Bockes e a jogar a Sueca. Começa-se a chegar a hora e decidem jogar um último risco. “- Ainda é cedo, car… Bamos jogar mais um risco e depois bamos pr’á procissão!” Azar do camandro. O padre devia ter uma caçoila de chanfana a aquecer que fez uma homilia de alguns cinco minutos. Sai a procissão e, aquando do primeiro acorde da “Rainha Santa”, os ases e as biscas e as senas tristes apanharam voo que foi num instante! Ainda por cima, a procissão ia na direcção do café. Sem nomear ninguém, o Sérgio, o Lelo, o Fanã e o Ferro, todos com cara de caso, lá vinham em direcção oposta à da procissão para ir buscar a ferramenta. Até o indivíduo que levava o guião exclamou: “- Ah seus ladrões que já vêm atrasados!”